24 de out. de 2010

Apoiado!

Ontem no programa Altas Horas, criancinhas fizeram uma fila e foram ao palco protestar sobre... ham...qualquer coisa. Reclamaram a respeito da fome, insegurança, falta de oportunidade e tantos outros problemas sociais. Até que chegou uma pra arrombar. Gênio. Essa tirou palavras da minha boca. Falou tudo: protesto o preço do óculos Ray Ban!

Dilema


Tudo é nada. Nada é tudo.

Tudo é irrelevante. Nada é importante.

Tudo morre. Nada vive.

Tudo é ilusão. Nada é realidade.

Tudo é emoção. Nada é racionalidade.

Tudo é branco. Nada é preto. (não vou tirar esse verso; danem-se os que vêem racismo em todo lugar)

Tudo é falso. Nada é verdadeiro.

Tudo é inexplicável. Nada é palpável.

Então tudo é nada? Nada é tudo?

Como procrastinar


Pra variar, tinha/tenho coisas a fazer. Muitas coisas a fazer. Trabalhos, redação, provas, questões da faculdade do meu pai. Inclusive verificar a Mega-Sena. Talvez esteja rica e nem saiba. Tantas tarefas. Por onde comecei? Fácil. Caminhando na Beira-Mar, saindo com os amigos e jogando Guitar Hero, claro. É a chamada "Arte da Protelação". Minha nova especialidade. Vou agora checar o site da Lotérica. Se eu ganhar, automaticamente anulam-se todos os afazeres citados no início do post. Puts, onde deixei o papelzinho com números? Ai, lá se vão minhas esperanças.

23 de out. de 2010

Cada um por si e... É isso.


Antes de conviverem comigo, entendam algo: sou minha melhor companhia. Tudo bem, há dias nos quais nem eu me aguento (na maioria deles). Mas antes de quererem me aturar, devo aprender a aturar minha própria pessoa.

Às vezes acho que vou acabar aquelas velhas anti-sociais rebugentas, com velório vazio. E daí se ninguém for ao meu enterro? Vou estar morta mesmo.

Por isso, amigos, não levem a mal quando prefiro ficar quieta. Acreditem, é um bem que faço à humanidade. Minha contribuição para um mundo melhor. Podem crer.

Trabalho da escola - Campanha (sustentabilidade)

21 de out. de 2010

Cartas na mesa


Pode me chamar de mentirosa. Sou sim. Por mais segura que pareça a respeito das ideias as quais escrevo, sempre tenho dúvidas. E escrevo justamente pra tentar convencer a mim mesma do ponto de vista aparentemente melhor, com mais coerência e fora do óbvio. Ou dentro do óbvio que tenho dificuldade de aceitar. Sou meu público alvo, minha própria crítica e principal fonte de inspiração. Você está aí só de penetra. Ou não.

Querido "pseudo-intelectual" Felipe Neto,

Se o Jack Sparrow não retornar do Fim do Mundo com o Pérola Negra e etc pra me resgatar, não se acanhe. É só insistir um pouco que até aceito me casar com você.

19 de out. de 2010

"Read between the lines (...)

(...) of whats's fucked up and everything is alright. Check my vital signs to know I'm still alive and I walk alone"