23 de nov. de 2010

2012?



Tenho minhas teorias. Sabe o que talvez fosse mais catastrófico do que uma nova quebra na bolsa de Nova York? O fim da internet! Consegue imaginar? APOCALIPSE. Nada de Youtube, Orkut, Facebook, Twitter, Google. Felipe Neto e PC Siqueira falidos. Sem ctrl+C, ctrl+V pra trabalhos, muitos jovens entrariam pela primeira vez numa entidade chamada biblioteca. E bancos ou empresas que mantêm dados online? Fuuuu. Os Ipods, então? Pra começar, acabariam suas baterias. Todos sairiam correndo pra comprar aqueles adaptadores de tomada. Depois, ficariam com playlists desatualizadas até a Apple criar postos de download. Mas desses últimos problemas eu estaria livre. Afinal, DOIS INFELIZES ROUBARAM MEU IPOD, LEMBRA?

20 de nov. de 2010

Impressões

Pessoas costumam me recordar por motivos estranhos. Ontem mesmo encontrei o juiz que apitou nossos jogos nas Olimpíadas do colégio. Eu mal lembrava dele. Já o dito cujo, "Ah, você é a menina que tava sempre rindo e dançando durante o jogo."

Freedom

"Já que estava ali só pra observar e aprender um pouco mais sobre a percepção" Só os loucos sabem

Às vezes me pego como espectadora da minha própria vida. Ganho outra perspectiva, um ponto de vista em terceira pessoa de mim mesma. Tipo aquela coisa em filmes - "Vi minha vida passar como um flash!". Aí percebo que, no dia-a-dia, a força do hábito erguia muros por onde andava pra me guiar. Tudo era confortável. Tudo parecia confortável. Até me dar conta... que sou livre.

Na verdade, os muros não existem. Não pertenço a lugar nenhum. A ninguém. Nem a tempo algum. Pertencer é apenas uma sensação, pois, na real, não pertenço. Lugares são meramente provisórios. Pessoas atraem-se por finos imãs, não correntes. E tempo... hum, o tempo. Posso muito bem ser atemporal. Tempo é invenção humana, portanto, crio o meu próprio.

Agora, não apenas vejo a vida passar como um flash, mas entendo - ela é o flash. Flashes são feixes de luz. Feixes de luz são independentes. E rápidos.

3 minutos

Sabe o que acho engraçado em ter blog? O fato de muita gente perder uns 3 minutos diários o lendo. Gente que não vejo há tempo, que vejo todo dia, conhecidos, desconhecidos, com quem falo, a quem não dirijo a palavra, moradores de outras cidades, outros países ou da minha rua. Gente de todo tipo.

Muitos me dizem que entrar em "emeutroco" já é uma espécie de rito virtual. Isso me faz sentir importante. Afinal, é como se, por 3 minutos, por 180 segundos que poderiam ser empregados em qualquer outra atividade terrena, alguns pensassem em mim e aturassem minhas abobrinhas. E, cá entre nós, eu escrevo bobagens.

Conclusão: você perde 3 minutos diários lendo bobagens. Obrigada.

"Nós somos os otários ideais"

18 de nov. de 2010

Dormir pra quê? (8)

ENTREVISTA DAS 4:15 AM

* Por que não dorme?
Hm...nem sempre consigo.

* Desde quando?
Desde que passei noite em claro numa viagem do colégio. Lá por setembro.

* O que você faz durante a madrugada?
Penso, escuto música,twito, penso, faço trabalhos, escrevo, penso.

* Algo mudou em sua vida?
Não tenho mais pena de quem diz “ah, dormi só 4hs essa noite”. Massa, eu NÃO DORMI.

* Dicas aos insoníacos?
Sigam o PC Siqueira e o Felipe Neto no Twitter. Eles também têm insônia. E a rádio Atlântida é ótima entre 4:00 e 6:00.

* Mensagem final aos dorminhocos?
Durmam por mim.

É, "Muita calma nessa hora"...

- Filmes de 18 anos nem com acompanhante ou autorização. Vocês não podem ver.
- Mas moça, a gente tem 16... 2 aninhos de diferença.

Rá. Como se implorar adiantasse. Paulinha, Vi e eu. Almejávamos assistir à última sessão, no último dia, do último filme da saga Jogos Mortais. Em 3D! Apenas um fator nos impedia - a idade. Ou quase nos impediu.

- Tudo bem, então queremos três meias pra "Muita calma nessa hora".

Entramos na sessão do filme nacional. Passou o trailer. Vimos o início da história. Parecia legal. Mas, dentro de cinco minutos, começaria a última sessão, no último dia, do último filme da saga Jogos Mortais. Em 3D! Graças ao folheto espertamente pego pela Vi na entrada do cinema, já com segundas intenções, descobrimos que nosso objetivo verdadeiro se encontrava numa sala ao outro lado do hall principal.

Como quem não queria nada, três garotas atravessaram o hall segurando pipocas e refrigerantes de uma sala à outra. Ao longo do caminho, arranquei a tiara e estufamos o peito pra parecermos mais velhas. Na entrada da 3D, percebi um cara pedindo documentos. Xiii. Já ia prontamente dando meia volta quando a Vi e a Paulinha puxaram papo com o moço:

- Perdemos nossos ingressos.
- Não posso deixar vocês passarem... ok, somente dessa vez.

Aeee! Não precisava de documentos, só os tickets (os quais "perdemos"). Entretanto, segundo a Lei de Murphy, naquela meia volta que dei, fiquei pra trás. Legal. Vi e Paulinha entraram. O cara me barrou. TENSO. Falei alguma coisa em linguagem alienígena e apontei pras meninas.

- Certo, você tá com elas.

Valeu, meu! Peguei rapidamente os óculos 3D e voei pra dentro. Clandestinas, sentamos nas cadeiras mais isoladas. Uhul. Yes, we SAW it!